sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Curiosidades


(Algumas idiotas,outras bem interessantes claro hehe)

Como surgiu o SOS?

Quando o inventor do telégrafo, o americano Samuel Morse (1971-1872), idealizou um sistema de codificação de mensagens para o aparelho, em 1835, usou como base à combinação de pontos e traços que facilitassem sua memorização. O estilo dessa linguagem abreviada já estava, portanto estabelecido. Mas somente 15 anos depois, quando uma comissão de países europeus fez algumas modificações no sistema, é que foi definido o chamado Código Morse Internacional. Entre as inovações, incluiu-se um sinal de pedido de socorro, fácil de ser lembrado em situações de emergência mesmo por pessoas com pouco ou
nenhum conhecimento de telegrafia. Era uma simples combinação de duas letras, cada uma codificada por três sinais idênticos: três pontos (toques curtos) para
o “S” e três traços (toques longos) para o “O”. segundo esse critério, a escolha poderia ter sido igualmente OSO, no entanto, os traços são sinais elétricos mais longos, cuja transmissão exige mais energia, além de tornarem
a mensagem mais demorada. Por isso, o código para chamar auxílio ficou sendo SOS, sem pontuação. Outras interpretações – como a expressão save our shirp
(“salvem o nosso navio”) – são apenas truques de memorização posteriores á adoção do código.

Como surgiu o palito de fósforo?

Foi um alquimista de Hamburgo, Alemanha, chamado Henning Brandt, quem descobriu acidentalmente, em 1669, o elemento químico batizado de fósforo (do grego phos, luz, mais phoros, transportador), ao
tentar obter ouro a partir da urina. A descoberta chegou ao conhecimento do físico inglês Robert Boyle (1627-1691), que criou 11 anos mais tarde, uma folha de papel áspero, com a presença de fósforo, acompanhado de uma varinha com enxofre (elemento que se incendeia com facilidade) em uma das pontas. O calor causado pela fricção do palito com a superfície áspera fazia o fósforo liberar faíscas, incendiando o enxofre. O invento no entanto, ainda era uma curiosidade muito cara. Foi apenas um século depois, em 1826, que os palitos de fósforos, então com 8 cm de comprimento, começaram a se popularizar. O inconveniente era
que eles costumavam incendiar-se sozinhos dentro da embalagem. Esse problema seria resolvido somente em 1855 com o surgimento do “fósforo de segurança”, recoberto com um agente isolante para não pegar fogo à toa. No Brasil, produto só passou a ser fabricado no início do século XX, pela Fiat Lux.

De onde vêm os nomes dos oceanos?

O do Oceano Atlântico tem origem mitológica; o do Pacífico, histórica; e os três restantes (Índico, Glacial Ártico e Glacial Antártico), geográfico. Atlântico vem de Atlas, filho de Netuno que era, na mitologia grega, deus dos mares e pai das Atlântidas, como eram chamadas as Plêiades, aglomerado de sete estrelas da constelação de Touro. Já o batismo do
Pacífico remonta a 1520, ano em que Fernão de Magalhães percorreu o litoral sul-americano a oeste da Cordilheira dos Andes e ficou impressionado com a tranqüilidade de suas águas. O Índico,por sua vez, recebe o nome das costas que
banha: Índia e Indonésia. Já o Ártico – situado no Pólo Norte, sob a constelação da Ursa Menor – deve sua identidade à palavra grega artcos, que significa urso.
Por simples oposição geográfica, denomina-se Antártico o oceano próximo ao Pólo
Sul.

Por quê os galos cantam ao amanhecer?

Como ocorre em tantas outras espécies, o instinto básico dos machos galináceos é exercer e manter controle sobre um território determinado, o que inclui não apenas um espaço físico, como uma
população – no caso, o galinheiro. O galo, possui, assim, todo um repertório de características especiais para impor sua autoridade: como inchação, uma maior coloração da crista e, é claro, o canto – emitido com vigor para assustar
qualquer desafiante. “Como uma ave de hábitos diurnos, que dorme e acorda cedo, ele canta a plenos pulmões ao raiar do dia para avisar o galinheiro que ele continua vivo e no comando. Por essa razão é muito difícil encontrar um
galinheiro com mais de um galo – a menos que haja um número excessivo de galinhas – pois apenas um macho sobreviveria à disputa pela liderança,” diz o veterinário Herbert ribeiro dos Santos.

(Fonte:JA Online)

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